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Xupetin e Coisa Fina, palhaços de Oscar Espíndola e Fernando Góes, contam histórias deles com a palhaçaria, mas dão, também, o contexto sobre a origem do palhaço. Os primeiros personagens datam do século 18.

 

Nos primórdios do circo, o palhaço tinha a função de distrair o público enquanto o cenário da próxima atração era montado. Um “tapa buraco” entre uma apresentação e outra.

 

A arte do palhaço hoje ocupa até os hospitais, com projetos que levam alegria a crianças internadas. Um dos projetos pioneiros no Brasil foi o “Doutores da Alegria”, de São Paulo, que serviu de modelo para a implantação do “Plantão Sorriso”, de Londrina.

 

O Plantão está comemorando 30 anos de atividades ininterruptas na cidade.

 

A reportagem que apresentamos hoje foi feita pela então estagiária Roberta Nunes, em 2003. Ela assina atualmente Roberta Mansano.

 

A imagem é de Fernando Góes, em Santa Catarina. Ele vive em Porto Belo desde 2017. Em 2020, passou num concurso da prefeitura para cozinheiro escolar. “Atrás de uma estabilidade que a vida de palhaço não me deu”, explicou. Mas continua brincante e “encarnando” o palhaço Coisa Fina aos finais de semana em feiras e eventos.

 

Oscar Espíndola também segue seu fazer na palhaçaria e continua morando em Londrina.

 

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