Formada em Psicologia pela UEL, Luciana Bazzo fundou o Plantão Sorriso há trinta anos. E não tinha dúvidas: o projeto tinha que começar no Hospital Universitário.
“Sempre soube da importância do HU para a cidade e região. Era muito claro que o Plantão tinha que iniciar lá”, declarou ela, numa entrevista ao vivo à UEL FM, em dezembro de 2008.
Para Luciana, a proposta de continuidade e frequência ganhou a confiança dos médicos. O Plantão mantém visitas semanais ao HU e também a outros três hospitais de Londrina.
Ela uniu três paixões para criar o Plantão: “Criança, teatro e psicologia”, explicou, sobre essas áreas de interesse. Luciana Bazzo coordenou o projeto de seu início, em 1996, até 2004, quando se mudou para a Dinamarca, onde vive até hoje, e atua como coordenadora de projetos na área cultural.
Para a edição do “Arquivo 107”, mandamos uma mensagem de WhatsApp pra Luciana, com o pedido de uma curta reflexão sobre essas três décadas do Plantão. “Difícil entender que 30 anos se passaram. Sou muito feliz por fazer parte dessa história. Tive o privilégio de viver ao vivo e a cores o efeito transformador das visitas regulares dos palhaços aos hospitais. Sinto muito orgulho de ver que a semente que plantamos virou esse Plantão”.
Da trupe original de cinco atrizes e atores da palhaçaria no Plantão, Emilia Miyazaki se mantém até hoje e, atualmente, é presidente da ONG Plantão Sorriso. Maria Amélia Melo, Marcos Martins, Raquel Balekian e Fernando Góes completaram o time inicial.
A história de como essa história começou hoje, no “Arquivo 107”, a partir de entrevista ao vivo de 18 de dezembro de 2008. O Plantão se inspirou nos Doutores da Alegria, de São Paulo, com atores profissionais visitando enfermarias e UTIs pediátricas.
Além do áudio do programa, disponibilizamos a entrevista completa, de meia hora de duração.