Dark side of the moon – Pink Floyd

Em 1973, a ideia de uma capa de disco sem o nome da banda ou do álbum era considerada loucura. Afinal, era nas prateleiras das lojas que as pessoas tinham seu primeiro contato com os discos e saber o nome do artista ou banda era essencial. Foi através dessa fórmula, entretanto, com capas sem títulos, […]
Ao martelar do badalo.

Um passo do Tempo, a cada toque do sino.
Mundo Sonoro

Nossa viagem começa com a música de Leyla McCalla (na foto), americana, filha de ativistas haitianos imigrantes. Vamos começar com duas faixas do seu novo álbum o “Breaking The Thermometer” Nosso passeio ainda nos leva para a Noruega, Suécia, Argentina, França e para o som de um supergrupo com gente de várias partes do mundo.
Balcão de bar.

As dores do cotidiano nos levam a rotinas que nos escravizam. E a vida segue.
Mundo Sonoro – 16/05/2022

01_Perrate_Tres golpes (fandango callejero) 02_Perrate_Boa Doña, chacona de negros y gitanos (chacona) 03_TajMahal_RyCooder – Hooray Hooray 04_Lalla Aisha in Jhaptal_Club d’Elf_You Never Know 05_Jasdeep Singh Degun – Sajanava 06_Gnekelhe Mohi (Featuring Amara Touré) – Orchestre Massako 07_Noori & His Dorpa Band_Al Amal 08_JUANITA EUKA – ALMA SECA 09_JuanitaEuka- Nalingi Mobali Te
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Coluna Flores e paisagismo

A coluna aborda com linguagem simples os cuidados agronômicos que se deve ter com as plantas no cultivo em jardim. Também informa as novidades e dá dicas sobre paisagismo.
Coluna O Cotidiano

A proposta da coluna “O Cotidiano”, veiculada semanalmente na Rádio UEL FM, é utilizar as ferramentas da Bioética para discorrer sobre assuntos do cotidiano, envolvendo conceitos filosóficos, de uma forma acessível, através de pequenas histórias, chamadas de “narrativas ficcionais”, ou de reflexões sobre determinado assunto.
Esquina movediça.

Palmilhamos pegadas de caminhos que pensávamos nunca termos abraçado.
Com o celular nas pupilas.

A primeira coisa que ele viu na vida foi um celular apontado para a cara dele.
Sorriso maroto.

O engano é tal que afinal, nem sei se não estou me enganando.
Escritores de meninos.

O mais perigoso que existe é um escritor narrar a história de um menino.
Oculto está o insusitado.

Sou repleto de uma insustentável saudade daquilo que não conheço.
Podemos sorrir.

Muitos de nós, com ou sem máscara, somos da espécie Homo preconceituosus, que ainda sobrevive neste século XXI.
Jardim sem muros.

Pensamos tanto só em nós mesmos que não sobra um tempinho para alegrar a vida dos que estão passando por nós, nem que seja só com um pequeno jardim.
Amarga ficção científica.

Podemos imaginar um futuro legal para daqui a cem anos!?
Precisamos de tempo, para ter tempo.

Talvez seja melhor nem ter um tempo, se o utilizamos mal. Podemos dispensar algo que não nos favorece.
Um cão suicida em pleno domingo.

O tal do humano tem das suas. E algumas, não há cão que aguente.
Perdi um desconhecido.

A pandemia terminou … terminou com muitos.
Epitáfio de um calado.

Vivi calado e … fui!
A palavra, esta amiga.

A curiosidade pode transformar o desconhecido em uma palavra amiga: uma companheira.